A ocasião faz o ladrão

O sistemático uso de verbas do SNS para pagamentos de serviços convencionados ao sector privado e social sem que as mais elementares regras de controle estejam asseguradas não é de hoje.

Negócio com a Misericórdia do Porto deve ser  revogado

Esta recomendação da ERS reforça as razões do nosso alerta e exigência de transparência e fundamentação

O Ministério da Saúde prepara a destruição do Internato Médico e a criação de um amplo universo de médicos indiferenciados?

A FNAM tomou conhecimento de que o Ministério da Saúde elaborou um projeto de decreto-lei que visa introduzir profundas alterações ao enquadramento do Internato Médico

Comunicado do SMZS sobre a escandalosa situação negocial existente nos SAMS do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas.

Estamos perante uma situação escandalosa de uma direção sindical que no desempenho das funções como entidade patronal no SAMS assume um papel que grande parte das organizações patronais não tem coragem política para o assumir.

O Governo e o seu ministro da Saúde desencadeiam o mais violento ataque para destruir o SNS

O Governo e o seu Ministério da Saúde publicaram uma portaria que constitui o mais violento ataque ao SNS e ao direito constitucional à saúde, visando proceder ao integral desmantelamento de toda a rede hospitalar pública.

Um Projeto do Ministério da Saúde que visa amordaçar os profissionais de saúde!

Foi objeto de divulgação pública um projeto ministerial que visa, aparentemente, estabelecer “códigos de ética” dos serviços e organismos do Ministério da Saúde e dos estabelecimentos que integram o Serviço Nacional de Saúde.

 

O Ministro da Saúde continua a só ter promessas para apresentar !!!

Como os factos já mostraram em diversas ocasiões, esta equipa ministerial só conhece a "linguagem" da força reivindicativa e da unidade na luta. 

À demagogia e às falsas promessas de suposta negociação que irão aparecer dos lados do Ministério da Saúde, saibamos demonstrar de forma enérgica que não admitimos a nenhum "inquilino" das instalações ministeriais que brinque com a nossa dignidade pessoal e profissional.

 

 

Comunicado da Comissão Executiva da FNAM sobre as Urgências Hospitalares

A Comissão Executiva da FNAM, reunida hoje em Coimbra, analisou a gravidade da situação existente no sector da Saúde, com particular ênfase ao nível das urgências hospitalares.

VAMOS TODOS FAZER GREVE A 8 e 9 de JULHO
Pela nossa dignidade profissional, pelo SNS e pelos nossos doentes
TODOS À CONCENTRAÇÃO
8 Julho, às 15.30, em frente ao Ministério da Saúde
 

Em defesa dos interesses dos médicos, da carreira médica e do SNS

Na sequência das decisões tomadas pelo seu Conselho Nacional, do diálogo desenvolvido com as restantes organizações médicas e da ausência de quaisquer resultados da reunião efectuada com a equipa ministerial a 6/6/2014, tomou a decisão de desencadear o processo reivindicativo que irá conduzir à realização de uma greve nacional dos médicos.

Os 35 anos do SNS

Este ano, o Governo e o seu ministro da saúde adoptaram uma atitude muito mediática na suposta celebração dos 35 anos do SNS.

Por um lado, esta atitude significa a clara percepção por parte do governo de que apesar de todos os violentos cortes e ataques o SNS continua como uma referência política e social da grande maioria dos portugueses e no próximo ano, importa não esquecer, vão realizar-se eleições legislativas; por outro lado, a melhor forma de dissimular o seu objectivo de destruição deste serviço público é esbracejar muito com hipotéticas preocupações sobre a sua viabilidade.

Esta campanha de mistificação atingiu já níveis chocantes de cinismo e de hipocrisia política.

O Ministério da Saúde persiste na sua política de conflitualidade e de destruição dos serviços de saúde

A degradação da situação na Saúde e o perigo crescente de destruição do SNS, colocam a necessidade de uma acção articulada e convergente entre as organizações sindicais dos vários sectores de profissionais de saúde e das várias estruturas sociais.

O Conselho Nacional da FNAM reunido hoje em Coimbra, na sua primeira reunião após o XI Congresso, procedeu à eleição da nova Comissão Executiva e analisou a situação existente a nível dos médicos.

Relativamente à situação deste sector profissional, as conclusões essenciais consideraram as seguintes questões:

1 – Verifica-se uma preocupante e marcada incapacidade do Ministério da Saúde em formular soluções para os diversos e delicados problemas do sector. Apesar das profusas divulgações de hipotéticas medidas por parte do Ministério da Saúde, a realidade dos factos mostra, de forma clamorosa, a ausência de qualquer política de saúde em consonância com as necessidades de resposta do SNS;

2 – Ao longo do actual mandato deste Ministério da Saúde a sua atitude negocial tem sido a de protelar as discussões e as soluções com a consequente degradação contínua da já débil situação da prestação dos cuidados de saúde;

3 – Mandatar a Comissão Executiva da FNAM para exigir a imediata calendarização negocial dos problemas há longo tempo pendentes, sob pena de serem desencadeados os adequados mecanismos reivindicativos.
 

Coimbra, 14 de Janeiro de 2017
O Conselho Nacional da FNAM

Reposta a legalidade: consultores integrados na categoria de assistentes graduados

É assim reposta a legalidade, grosseiramente violada durante anos, e reconhecida a justeza da argumentação, insistência e luta sindical.

Posição da FNAM quanto à proposta do novo Decreto-Lei do Internato Médico

Apesar das sucessivas propostas sindicais e chamadas de atenção para os problemas vividos pelos médicos, seja tanto ao nível do trabalho como da formação médica de qualidade, este Ministério da Saúde teima em manter e, inclusivamente, agravar as medidas destruidoras da carreira médica, dos cuidados de saúde de qualidade e do Serviço Nacional de Saúde.

Ler: Posição da FNAM quanto à proposta do novo Decreto-Lei do Internato Médico

O Conselho Nacional da FNAM exorta o Senhor Ministro a que clarifique a sua posição

do Ministro não se conhece qualquer atitude que imponha o respeito pelo compromisso por si assumido há já um ano

FNAM entregou ao Ministério da Saúde, em 28 e Novembro de 2015, um caderno negocial que até hoje não teve resolução dos seus pontos principais, pelo que a Federação decidiu reenviar aquele documento, actualizado, ao Ministro da Saúde, solicitando o agendamento imediato da sua discussão.