. FNAM - Informações
Cartaz da manifestação nacional da Frente Comum

A Federação Nacional dos Médicos saúda a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública pela manifestação nacional contra o empobrecimento, que terá lugar no dia 20 de maio, pelas 14h30, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, em Lisboa.

Entre as reivindicações urgentes, a Frente Comum defende o aumento imediato de 90 euros para todos, a revogação do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho (SIADAP) e a correção da Tabela Remuneratória Única (TRU).

A valorização das carreiras e o reforço dos serviços públicos são também dois pilares que estarão em evidência no dia 20 de maio. Um país mais justo passa pela valorização dos trabalhadores da Administração Pública.

Para a FNAM, a manifestação nacional e as reivindicações apresentadas são de inteira justiça e é urgente a sua aplicação.

Coimbra, 17 de maio de 2022
A Comissão Executiva da FNAM

Fotografia de grupo

A delegação portuguesa, constituída pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e pela Ordem dos Médicos (OM), esteve presente na 4.ª Reunião Conjunta da Associação Europeia de Médicos Hospitalares (AEMH) e da Federação Europeia de Médicos Assalariados (FEMS), entre 12 e 14 de maio, na Áustria, onde foi apresentado e discutido, no âmbito de um projeto europeu da FEMS, o «Livro Branco sobre as condições de trabalho dos médicos europeus», com os resultados dos questionários sobre a satisfação dos médicos no trabalho e sobre o burnout.

Na Assembleia Geral da FEMS, foram apresentados os resultados das atualizações dos salários dos médicos a nível europeu, da situação da COVID-19 e da Aliança Europeia de Saúde Pública (EPHA), assim como os relatórios de cada país. Conheça o relatório português, em que a FNAM, SIM e OM reafirmam continuar a defender o Serviço Nacional de Saúde

ENMISP: Sessão pré-congresso sobre direitos e deveres do Médico Interno

Fruto da parceria com o Encontro Nacional de Médicos Internos de Saúde Pública, a FNAM participa na sessão pré-congresso, a decorrer por videoconferência, sobre os direitos e deveres do Médico Interno, no dia 19 de maio, quinta-feira, pelas 21h00.

A sessão conta com a participação de João Proença, médico neurologista, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) e vice-presidente da Comissão Executiva da FNAM, Constança Carvalho, médica interna de Saúde Pública e membro do Comissão de Fiscalização da FNAM e do Conselho Fiscalizador do SMZS, Jorge Mata, advogado e coordenador do Serviço Jurídico do SMZS, e Ana Roque, advogada e membro deste mesmo Serviço Jurídico.

Para aceder à reunião, aberta a todos que nela queiram participar, basta aceder ao link: https://us06web.zoom.us/j/86866452312

Cartaz do - Encontro Nacional de Médicos Internos de Saúde Pública

13.ª edição do Encontro Nacional de Médicos Internos de Saúde Pública (ENMISP) decorrerá nos dias 1, 2 e 3 de junho de 2022, no Hotel MH Atlântico, em Peniche, e contará com a participação de cerca de 250 pessoas em formato presencial. A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) é parceira nesta iniciativa e os/as associados/as dos sindicatos da FNAM, que sejam especialistas, terão acesso a um desconto na inscrição, correspondendo ao valor de da inscrição de interno/estudante, nas vagas «Baleal» do evento. As inscrições terminam no dia 20 de maio.

O ENMISP é um evento de cariz científico, organizado pelas Comissões de Médicos Internos de Saúde Pública, com periodicidade anual. Caracteriza-se por ser um evento catalisador de ideias, diálogo e reflexão sobre atualidade e inovação na área da Saúde Pública e de partilha de experiências entre os profissionais que se dedicam à Saúde Pública. Este ano, o tema do ENMISP é a «Sustentabilidade da Saúde». Encontram-se já confirmados alguns oradores de relevo no panorama científico mundial.

Tem como potencial público-alvo todos os que contribuem para a Saúde Pública em Portugal, e não só os médicos internos, incluindo médicos especialistas de Saúde Pública; médicos internos de Formação Geral ou de outras áreas de Formação Especializada; estudantes do Mestrado Integrado em Medicina; profissionais de instituições com programas de pós-graduação em Saúde Pública; outros profissionais de Saúde Pública, nomeadamente enfermeiros, nutricionistas, higienistas orais, técnicos de saúde ambiental e engenheiros sanitários e outros profissionais de Saúde ou outras áreas com interesse na Saúde Pública. 

Mais que um encontro científico, o ENMISP é uma iniciativa plural que marca o calendário anual de trabalho de todos os que constituem e constroem a Saúde Pública em Portugal.

Reunião

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) enviou, hoje, a seguinte carta para o Gabinete da Ministra da Saúde:

Ex.ma Senhora Doutora Marta Temido

Ministra da Saúde

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) vem solicitar uma reunião com V. Ex.ª, de forma a iniciar um processo negocial sério, objetivo e consequente, no contexto do início de funções do XXIII Governo da República Portuguesa.

As dificuldades no Serviço Nacional de Saúde (SNS) são indisfarçáveis e crescentes a todos os níveis, sendo a insuficiência de recursos humanos, nomeadamente de médicos, um problema de graves consequências.

Depois do trabalho incansável que permitiu combater a pandemia, assegurar a motivação dos médicos em permanecer no SNS é uma urgência. Para tal, a FNAM reitera o seu caderno reivindicativo com vista a uma renegociação imediata do Acordo Coletivo de Trabalho, há muito devida.

Sem abertura para o diálogo, é impossível avançar para soluções que, em última instância, pretendem beneficiar o funcionamento pleno do SNS.

Neste sentido, a FNAM manifesta a sua disponibilidade imediata para uma reunião conjunta dos sindicatos médicos com V. Ex.ª.

6 de abril de 2022

Pela Comissão Executiva da FNAM

Cartaz: Melhor saúde, mais SNS!

A FNAM vai participar na ação Frente Comum por melhor saúde e mais SNS, no Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, às 15h00, em frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa.

Assinalando-se, no próximo dia 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde, importa chamar a atenção para a necessidade de reforço do SNS e valorização dos seus trabalhadores, como elementos essenciais para garantir uma Saúde de qualidade a toda a população.

ENMGF

A FNAM estará presente no 39.º ENMGF, organizado pela APMGF - Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, no dia 1 de abril, às 10h00, no Centro de Congressos de Aveiro, na sessão sobre «o papel dos sindicatos no novo futuro da MGF».

Uma conversa sobre as principais batalhas de reivindicação e afirmação da Medicina Geral e Familiar, que conta com a presença de Carla Silva, da FNAM, e de Jorge Roque da Cunha, do SIM.

Concerto de solidariedade de apoio à Ucrânia

A FNAM apela à participação no concerto de solidariedade de apoio à Ucrânia, no dia 30 de março, às 21h00, na Casa da Música, no Porto.

Trata-se de uma iniciativa da Ordem dos Médicos e da Câmara Municipal do Porto, que conta com a participação da Orquestra Sinfónica APROARTE, e o valor total da venda dos bilhetes reverterá a favor do Comité Internacional da Cruz Vermelha - Apoio à Crise Humanitária na Ucrânia e Cruz Vermelha Ucraniana e do Programa Alimentar da Organização das Nações Unidas - Emergência Ucraniana.

Mais informações sobre o evento e sobre a compra de bilhetes.

Formação «Atualização em Hematologia»

O Sindicato dos Médicos do Norte organiza a formação online «Atualização em Hematologia», com início no dia 20 de abril e a duração de 30 horas. Inscrições encerradas.

A Ministra da Saúde teve, no dia 24 de novembro, no Parlamento, aquela que terá sido, porventura, a mais infeliz intervenção pública dos seus dias como Ministra e, certamente, uma das mais lamentáveis da história do Ministério da Saúde.

Depois de um período em que os médicos estiveram - e continuam a estar - na linha da frente no combate à COVID-19, ficando mesmo privados, durante semanas e meses, da proximidade das suas famílias para enfrentar um vírus, a certa altura, desconhecido, mas que todos temiam, dependendo de equipamentos de proteção escassos, defeituosos ou inexistentes.

Os médicos foram privados de férias e de descanso. Realizaram-se, literalmente, milhões de horas extraordinárias - há médicos com 600, 800 e 1.000 horas extraordinárias.

Antes da pandemia de COVID-19, os médicos asseguraram, durante anos, indicadores de saúde invejáveis num Serviço Nacional de Saúde que se degrada a cada dia, com condições de trabalho que roçam a indignidade.

É neste contexto que a Ministra da Saúde teve a coragem de afirmar que necessitamos de médicos mais resilientes. E, de facto, é realmente necessária muita resiliência para manter o nível de educação perante esta afronta.

Os médicos não aceitam lições sobre resiliência. Quando muito, têm sido resilientes demais, de tal modo que aparentemente há quem ache que é seu dever sujeitarem-se ao abuso, nomeadamente ao abuso do limite da realização das horas extraordinárias.

Neste capítulo, a Ministra da Saúde considera que alguns preceitos legais não são para respeitar, relativamente a algumas pessoas. É verdadeiramente inconcebível que uma Ministra da República tenha afirmado, no Parlamento, que «todos sabem que não é possível cumprir os limites das horas extraordinárias no SNS».

Infelizmente, estes limites são rotineiramente ultrapassados. É uma realidade que urge combater, que é imperativo que acabe, pela preservação da saúde dos médicos e dos seus doentes, que precisam de um médico saudável que os assista. No entanto, para uma Ministra que tem a pasta da Saúde, a saúde dos médicos não parece ser uma prioridade.

Desta forma, ao apelar à contratação de profissionais mais resilientes, a ministra desresponsabiliza-se da situação insalubre de trabalho no SNS, o que efetivamente condiz com quem nada fez para melhorar o estado atual das coisas. Talvez estas declarações venham por a narrativa de que tudo tem feito pelo SNS estar a decair. As situações de rutura são já indisfarçáveis e as que são públicas são apenas a ponta do icebergue.

Nada, absolutamente nada, foi feito, mesmo em tempo de pandemia, para criar condições de trabalho adequadas para os médicos no SNS. Alguns, cada vez mais, dizem que não querem trabalhar assim. E isso é legítimo.

Tentar imputar a culpa da situação atual a estes médicos, a quem não se pode exigir mais, é imoral e é insultuoso.

A Federação Nacional dos Médicos repudia veementemente estas declarações, que classifica como indignas para uma Ministra da Saúde. É, aliás, difícil de compreender como se pode assumir uma pasta com uma ideia tão distorcida dos trabalhadores que se tutela.

Estamos e estaremos ao lado de todos os médicos, que num gesto de responsabilidade assumam a denúncia do que vai mal no SNS. Essa é a nossa resiliência.

Webinar «À conversa com... Pedro Lopes Ferreira: Economia e saúde em tempos de pandemia»

Este evento já decorreu. Pode ver aqui o webinar.

No dia 17 de novembro, às 21h00, o Sindicato dos Médicos do Norte organiza o webinar «À conversa com... Pedro Lopes Ferreira: Economia e saúde em tempos de pandemia».

A conversa conta com a participação de Pedro Lopes Ferreira, professor catedrático de Economia da Saúde da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e será moderada por Jorge Coutinho, médico no Centro Hospitalar Universitário do Porto.

Para aceder ao webinar deve registar-se aqui: https://meeting.zoho.eu/meeting/register?sessionId=1278598354. Depois de se registar, vai receber um e-mail com o acesso à sessão.

Debate com Eugénio Rosa

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) recebeu, a 28 de outubro, na sede do Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), em Lisboa, o economista Eugénio Rosa para uma conversa sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2022 e o sector da Saúde.

Na conversa, moderada por Noel Carrilho, presidente da FNAM, e por Hugo Esteves, vice-presidente do SMZS, estiveram presentes, fisicamente na sede do SMZS e por videoconferência, cerca de 40 participantes. Apesar do chumbo da proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE 2022), na Assembleia da República, não quisemos deixar de debater o que estava a ser proposto para o sector da Saúde, em particular para o SNS e para os médicos.

Para esta conversa, convidámos Eugénio Rosa, economista e membro do Conselho Diretivo da ADSE. Tem também publicado vários estudos sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) no seu site, de onde destacamos uma análise sobre o OE 2022 e o SNS.

Eugénio Rosa apresentou-nos uma série de dados importantes, como os 17% de perda de poder compra dos médicos, desde 2010, relativamente à remuneração média. Entretanto, o relatório Health at a Glance 2020, da OCDE, também chega a essas mesmas conclusões, comprovando que existe, em Portugal, uma desvalorização inaceitável do trabalho médico.

No fim da apresentação, houve ainda tempo para um debate entre os participantes.

Estetoscópio

Apelamos a todos os médicos que participem nos inquéritos sobre o incumprimento de medidas de compensação, no âmbito do combate à pandemia de COVID-19. Estas medidas são: a atribuição do subsídio extraordinário de risco, a valorização em 50% da remuneração do trabalho suplementar e a atribuição de dias de férias suplementares.

Os sindicatos afetos à Federação Nacional dos Médicos - o Sindicato dos Médicos do Norte, o Sindicato dos Médicos da Zona Centro e o Sindicato dos Médicos da Zona Sul -, estão a promover um inquérito nacional com o intuito de perceber até onde a aplicação destas medidas falhou, de maneira a que possam atuar de acordo.

Até ao dia 1 de outubro, pedimos aos médicos, independentemente de serem ou não sindicalizados, de preencherem o inquérito relativo à zona do seu local de trabalho:

Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública dirigiu hoje à FNAM uma saudação à luta dos médicos, na qual subscreve as reivindicações que levam à realização desta luta, solidariza-se com todos os trabalhadores e evoca os utentes a apoiar esta luta, em defesa de um Serviço Nacional de Saúde público, de qualidade e para todos.

SAUDAÇÃO À LUTA DOS MÉDICOS

A FRENTE COMUM SAÚDA A FLASH MANIF – PELOS MÉDICOS, PELO SNS

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública saúda e solidariza-se com a luta dos médicos convocada pela Federação Nacional dos Médicos para o dia de hoje. Um gesto público, exigindo a valorização do trabalho médico, de acordo com a sua responsabilidade, penosidade e desgaste, uma chamada de atenção para um SNS que necessita de investimento prioritário que decorrerá no dia de hoje, nos locais de trabalho por todo o país, pelas 11 horas.

O SNS está a atingir um ponto de rutura total causado pela falta de investimento e de contratação de pessoal, pondo em causa um serviço público essencial e os direitos constitucionais mais básicos dos cidadãos.

Continua a faltar a contratação com direitos e condições de trabalho de médicos, garantindo não só médicos especialistas como médicos de família para todos os cidadãos, as listas para cada médico de família continuam a aumentar em prejuízo dos tempos de consulta, as horas prestadas nas urgências continuam a ser desumanas, pondo em causa a saúde e segurança dos trabalhadores, mas também dos utentes. O Governo mantém a sua postura de não negociar e não investir num SNS com condições para os seus trabalhadores e, assim, com melhores condições para as populações.

A Frente Comum subscreve as reivindicações que levam à realização desta luta, solidariza-se com todos os trabalhadores e evoca os utentes a apoiar esta luta, em defesa de um Serviço Nacional de Saúde público, de qualidade e para todos.

A LUTA É O CAMINHO. EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, DO SNS, DA DIGNIDADE E DIREITOS
DOS TRABALHADORES, PELO DIREITO À SAÚDE, PELA DEFESA DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
PORTUGUESA.

O Fórum Médico, reunido com caráter extraordinário na sequência da entrevista de dia 02 de setembro do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, considera que:

- É totalmente inaceitável e desrespeitosa a forma como o Senhor Ministro desvalorizou a formação e a qualidade dos médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar e lamenta que seja um governante sem competência nesta matéria a equacionar um recuo na organização do Serviço Nacional de Saúde para padrões existentes antes da democracia;

- Alerta que os especialistas em Medicina Geral e Familiar são um dos pilares do SNS e asseguram a resposta na sua principal porta de entrada, pelo que reduzir ou condicionar a qualidade dos cuidados aqui prestados é prejudicar diretamente os doentes na promoção da saúde, na prevenção da doença e no tratamento das doenças crónicas, em particular nos grupos mais desfavorecidos;

- Rejeita liminarmente a possibilidade de criação de níveis de exigência distintos para a mesma especialidade, criando médicos, e doentes, de primeira e de segunda;

- Reafirma que o principal problema da atual carência de Médicos de Família reside no facto do Governo não conseguir tornar o SNS atrativo e compensador, fazendo com que não sejam para ele captados 40% dos recém-especialistas. De lembrar que estão em formação 2000 médicos de família, a que acrescem cerca de 500 em janeiro.

Perante o acima exposto, os signatários exigem um pedido de desculpas público e inequívoco do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e não abdicam de uma clarificação da Senhora Ministra da Saúde e do Governo em matéria de formação médica e cuidados de saúde.

Lisboa, 04 de setembro de 2021

Federação Nacional dos Médicos
Sindicato Independente dos Médicos
Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
Federação Portuguesa das Sociedades Científicas Médicas
Associação Portuguesa dos Médicos de Carreira Hospitalar
Associação Nacional de Estudantes de Medicina
Ordem dos Médicos

Comunicação e relação clínica - Formação online

DESTINATÁRIOS: Médicos

DATAS: 28, 30 setembro, 7, 12, 14, 19, 21, 26, 28 outubro e 2 novembro de 2021

DURAÇÃO: 30 horas

HORÁRIO: Das 19h às 22h30, com um intervalo de 30 minutos

ENTIDADE PROMOTORA: Sindicato dos Médicos do Norte, Rua Faria Guimarães, 718, 3º, 4200-289 Porto
ENTIDADE FORMADORA: Quadros & Metas – Consultores de Gestão e Formação Lda.
ENTIDADE FORMADORA CERTIFICADA nas áreas da Gestão e da Saúde pela DGERT

FORMADOR: Dr. Luís Machado
Licenciatura em Psicologia, Universidade do Minho;
Mestrado Integrado em Psicologia, Universidade do Minho;
Pós-Graduação em Psicoterapias Cognitivo Comportamentais, Instituto Português de Psicologia;
Coordenador, desde 2014, da Área de Saúde Mental e Diretor Técnico do Centro de Solidariedade de Braga;
Colaborador, desde 2011, na Unidade de Psicologia das Organizações do Serviço de Psicologia da Universidade do Minho;
Formador na área comportamental, desde 2007, em Municípios e outras entidades públicas e privadas no âmbito do desenvolvimento de competências de liderança e gestão de equipas, trabalho em equipa, atendimento ao público, gestão do tempo e organização do trabalho, comunicação e avaliação psicológica;
Consultor na criação e implementação de programas de desenvolvimento de competências comportamentais direcionados às organizações;
Realização de Avaliações Psicológicas no âmbito de procedimentos concursais para autarquias.

OBJETIVOS

  • Conhecer as diversas caraterísticas e especificidades da relação criada entre o profissional de saúde e o doente;
  • Desenvolver as competências de comunicação na relação clínica;
  • Compreender o impacto da satisfação e confiança do doente, na adesão terapêutica;
  • Identificar, desenvolver e saber utilizar técnicas relacionais como saber observar, saber comunicar, informar, identificar sentimentos e atuar adequadamente perante os mesmos;
  • Identificar o perfil individual de relacionamento clínico;
  • Desenvolver competências de comunicação empática com o doente.


PROGRAMA
I - Comunicação e Relação Clínica: Introdução
1. Conceitos, modelos e enquadramento
2. Aptidões e capacidades envolvidas no processo comunicacional
3. Condições básicas fundamentais para uma boa relação clínica
4. Os principais erros cometidos na relação clínica.

II – A Construção da Relação Clínica
1. A importância do fator humano
2. A teoria das relações humanas
3. As bases da relação

III – A Importância da Comunicação na Relação Clínica
1. Comunicação e perceção
2. Interação e desenvolvimento da relação
3. Vantagens de uma boa comunicação
4. Perigos da comunicação para a relação clínica

IV - Competências Clínicas de Comunicação
1. O perfil comunicacional do profissional de saúde
2. Estratégias comunicacionais empáticas e assertivas
3. A comunicação não verbal
4. Comportamentos fundamentais para uma boa comunicação

V – Relação Interpessoal: Barreiras e Estratégias
1. Barreiras na relação
§ A desconfiança
§ O tempo
§ Os erros de perceção
§ Os julgamentos e preconceitos
2. O conflito na relação
3. Formas de lidar com os conflitos
4. Estratégias para lidar com o conflito e outras barreiras na relação

VI - Lidar com Emoções
1. Tipos de emoções
2. Funções das emoções
3. Estratégias de gestão emocional na relação
4. O efeito das emoções no comportamento

VII - Entrevista Motivacional
1. Princípios da entrevista motivacional
2. O modelo de mudança e os princípios da entrevista motivacional
3. Estratégias para lidar com a resistência à mudança

REGRAS DE FUNCIONAMENTO ONLINE
- O formador estará em direto com os participantes realizando a formação através da plataforma ZOOM;
- Durante as sessões os participantes poderão colocar questões verbais, mediante as regras a definir pelo formador (quais os tempos, em que fase, qual a ordem, etc.). Ainda durante as sessões haverá possibilidade também de colocação de questões por escrito ao formador, através do chat room do ZOOM. As questões serão respondidas durante a sessão ou na sessão subsequente;
- Será fornecida toda a documentação de suporte à formação;
- Esta formação é certificada.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Número máximo de participantes: 20
As inscrições serão consideradas pela ordem de chegada, dando prioridade aos sócios do SMN.
A inscrição inclui: Frequência do curso; Documentação; Certificado de participação – para quem solicitar, o curso pode incluir avaliação e respetiva nota no Certificado.

Sócios
120 € (com IVA já incluído a 23%) Não Sócios
160 € (com IVA já incluído a 23%)

Condições de pagamento:
O pagamento deverá ser efetuado até 5 dias antes da realização da Formação por transferência bancária para o SMN (IBAN - PT 5000 350 651 003 663 589 2619).

Para efetuar a sua inscrição:
Envie, por favor, a Ficha de Inscrição que se encontra em anexo para: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
ou para o fax nº: 22 502 4447

Utentes dos centros de saúde de Almada e do Seixal partilham zonas comuns com utentes suspeitos de COVID-19

O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) tomou conhecimento que a Direção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal determinou o encerramento da Área Dedicada a Doentes Respiratórios (ADR), que funcionava em instalações independente, cedidas pela autarquia do Seixal, com base no argumento de um «reduzido número de novos casos de COVID-19».

Assim, os utentes com sintomas respiratórios passaram a ser observados nas respetivas Unidades de Saúde Familiar e de Cuidados de Saúde Primários, violando a norma 004/2020 da DGS quanto à necessidade de circuitos exclusivos para utentes respiratórios.

Tem chegado ao nosso conhecimento que, em várias unidades, os utentes respiratórios aguardam observação no mesmo espaço que utentes não respiratórios, além de não existirm áreas de receção, áreas de espera, salas de observação, áreas de tratamentos e instalações sanitárias exclusivas para estes utentes com sintomas respiratórios. Inclusive, numa unidade de Almada, os utentes respiratórios sobem e descem no mesmo elevador que crianças, grávidas ou outros utentes não suspeitos de COVID-19.

Numa altura em que os números de novos casos têm vindo a agravar-se, o SMZS considera incompreensível que seja posta em causa a segurança dos utentes e profissionais, apelando à tutela para que atue de forma imediata com vista à reposição das boas práticas.

A Direção do SMZS

Centro Saude

Mário Jorge Neves

No encerramento do 23.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos, o bastonário, Miguel Guimarães, atribuiu a medalha de mérito a Mário Jorge Neves, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) e que presidiu a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) em três mandatos alternados.

A medalha de mérito da Ordem dos Médicos é uma distinção conferida a médicos que, pela sua atividade e mérito pessoal, profissional, académico ou associativo, tenham contribuído de forma relevante para a dignificação da profissão médica, da medicina e da humanidade.

Mário Jorge Neves é médico especialista de Saúde Pública e em Medicina do Trabalho. Licenciou-se em medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), em 1981. Pertenceu à comissão de curso de medicina do 3.º ao 6.º ano da FMUL, foi membro da Direção da Associação de Estudantes, tendo sido coordenador da Direção nos anos letivos de 1978-79 e 1979-1980. Na FMUL, foi também eleito para o Conselho Pedagógico no ano letivo de 1979-1980.

É autor de dois livros: Guia Prático da Melhoria da Qualidade na Saúde e A Saúde, as Políticas e o Neoliberalismo.

Como dirigente sindical, integrou as delegações negociadoras de todos os diplomas das carreiras médicas e dos atuais contratos coletivos de trabalho.

Atualmente, é também coordenador da Comissão para a Reforma da Saúde Pública, coordenador para a elaboração do Novo Relatório sobre as Carreiras Médicas da Ordem dos Médicos, membro do Conselho Consultivo para o SNS e das carreiras médicas da Ordem dos Médicos e membro fundador do Observatório de Saúde António Arnaut.

A Ordem dos Médicos, ao atribuir esta medalha de mérito, «enaltece a vida e obra de cada um» dos homenageados.

A FNAM congratula a Ordem dos Médicos por esta iniciativa e parabeniza este seu dirigente pelo reconhecimento público dum percurso ímpar em prol da Medicina e dos médicos portugueses.

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