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O Ministério da Saúde persiste na sua política de conflitualidade e de destruição dos serviços de saúde

A degradação da situação na Saúde e o perigo crescente de destruição do SNS, colocam a necessidade de uma acção articulada e convergente entre as organizações sindicais dos vários sectores de profissionais de saúde e das várias estruturas sociais.

Comunicado da Fnam: "Salários milionários" no SNS?

Um órgão da imprensa escrita publicou na capa mais um título sensacionalista. Desta vez diz respeito a supostos "salários milionários"

Comunicado

Enquanto os sinais de desmembramento, desalento, abandono e degradação do SNS progridem a cada dia que passa, o Ministério da Saúde parece viver num mundo à parte, longe dos cidadãos necessitados de cuidados de saúde e dos profissionais que os servem.
Um ministério que quer governar um sector tão sensível e complexo como o da saúde através de meras declarações e promessas sem correspondência nos actos, não pode merecer a confiança dos médicos nem dos cidadãos-utentes do SNS.

Balanço de dois dias de greve

A FNAM entende que, após esta mensagem enviada ao Governo, o ministério terá, necessariamente, de alterar toda a sua postura de pseudo-negociação com os sindicatos,

 

O Ministro da Saúde continua a só ter promessas para apresentar !!!

Como os factos já mostraram em diversas ocasiões, esta equipa ministerial só conhece a "linguagem" da força reivindicativa e da unidade na luta. 

À demagogia e às falsas promessas de suposta negociação que irão aparecer dos lados do Ministério da Saúde, saibamos demonstrar de forma enérgica que não admitimos a nenhum "inquilino" das instalações ministeriais que brinque com a nossa dignidade pessoal e profissional.

 

 

VAMOS TODOS FAZER GREVE A 8 e 9 de JULHO
Pela nossa dignidade profissional, pelo SNS e pelos nossos doentes
TODOS À CONCENTRAÇÃO
8 Julho, às 15.30, em frente ao Ministério da Saúde
 

Nota à Imprensa da Comissão Executiva da FNAM: Greve Nacional dos Médicos a 8 e 9 de Julho

GREVE NACIONAL DOS MÉDICOS A 8 E 9 JULHO

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM), face às medidas governamentais de destruição do SNS e do direito constitucional à Saúde em curso, bem como ao incumprimento, por parte do Ministério da Saúde, de pontos importantes do acordo celebrado em 14 de Outubro de 2012, tomou hoje a decisão na reunião da sua Comissão Executiva de proceder à emissão do aviso-prévio de greve para os dias 8 e 9 de Julho. 

A gravidade da situação actual impõe a adopção de medidas enérgicas e a conjugação de esforços com os cidadãos na defesa de uma das maiores conquistas sociais e humanistas do nosso rgime democrático.
Não seremos cúmplices na destruição do SNS.
 
Coimbra, 20 de Junho de 2014
A Comissão Executiva da FNAM
 

Em defesa dos interesses dos médicos, da carreira médica e do SNS

Na sequência das decisões tomadas pelo seu Conselho Nacional, do diálogo desenvolvido com as restantes organizações médicas e da ausência de quaisquer resultados da reunião efectuada com a equipa ministerial a 6/6/2014, tomou a decisão de desencadear o processo reivindicativo que irá conduzir à realização de uma greve nacional dos médicos.

Deixamos de acreditar em palavras que são desmentidas pela prática. Queremos actos!

Na ausência de quaisquer resultados concretos da reunião efectuada com a equipa ministerial a 6/6/2014, a FNAM anunciou nessa mesma reunião a decisão de convocar uma greve nacional dos médicos para a segunda semana de Julho.

Um Projeto do Ministério da Saúde que visa amordaçar os profissionais de saúde!

Foi objeto de divulgação pública um projeto ministerial que visa, aparentemente, estabelecer “códigos de ética” dos serviços e organismos do Ministério da Saúde e dos estabelecimentos que integram o Serviço Nacional de Saúde.

O Governo e o seu ministro da Saúde desencadeiam o mais violento ataque para destruir o SNS

O Governo e o seu Ministério da Saúde publicaram uma portaria que constitui o mais violento ataque ao SNS e ao direito constitucional à saúde, visando proceder ao integral desmantelamento de toda a rede hospitalar pública.

Comunicado do SMZS sobre a escandalosa situação negocial existente nos SAMS do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas.

Estamos perante uma situação escandalosa de uma direção sindical que no desempenho das funções como entidade patronal no SAMS assume um papel que grande parte das organizações patronais não tem coragem política para o assumir.

Como o "jogo" não começou ao mesmo tempo para todos

A FNAM dá a conhecer o documento sobre Clusters de Contexto para Unidades Funcionais e Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS), produzido e remetido sem que aos sindicatos, parceiros no processo de negociação sobre contratualização com as Unidades de Saúde Familiar (USF), tenha sido dado qualquer conhecimento.
 

O Ministério da Saúde prepara a destruição do Internato Médico e a criação de um amplo universo de médicos indiferenciados?

A FNAM tomou conhecimento de que o Ministério da Saúde elaborou um projeto de decreto-lei que visa introduzir profundas alterações ao enquadramento do Internato Médico

Negócio com a Misericórdia do Porto deve ser  revogado

Esta recomendação da ERS reforça as razões do nosso alerta e exigência de transparência e fundamentação

Comunicado emitido na sequência de uma reunião com representantes da administração do Hospital de Leiria:

" Senhor Ministro - obviamente demita-os ! "

A ocasião faz o ladrão

O sistemático uso de verbas do SNS para pagamentos de serviços convencionados ao sector privado e social sem que as mais elementares regras de controle estejam asseguradas não é de hoje.

Um exemplo da sanha privatizadora na Saúde

“um dos pilares essenciais dos cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde”, acaba entregue “de mão beijada” a uma entidade com fortes interesses, quer
nos cuidados continuados, quer na Medicina Física e de Reabilitação

Ministério da Saúde ensaia fim das USF

Ministério da Saúde não honra compromissos, coloca-se à margem da lei e tenta fragilizar o SNS atacando justamente uma componente decisiva da sua base – as Unidades de Saúde Familiar.

 

Afinal, onde estão os reais conflitos de interesses e a promiscuidade de vínculos?

Por que razão o Ministério da Saúde comunica com as chefias intermédias através da indústria farmacêutica e não através da sua própria cadeia?
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